O mundo que vejo é
Da cor da merda
Que se caga
Um tonalidade monótona
Que desce privada abaixo
Com a água que bebemos
Se a água está lotada
De coliformes fecais
- dada a estatística autorizada pela
ANVISA –
Comemos e bebemos
Mais merda do que imaginamos
Mas,
Ouso, meu caro leitor, ir mais longe
Vemos, ouvimos e intelectualizamos
Mais bosta que imaginamos
A mídia rumina
O quanto pode, caga e nos entrega
Em pratos de louça
Numa tela colorida
Toda porcaria que nem podemos imaginar
A merda da bosta é sempre a mesma
A prática da coprofagia não é realmente
Simbólica
É real
É a coprofagia mental
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